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sábado, 18 de julho de 2026

Papai dizia que Mamãe pensava demais...


Tem uma coisa que sempre me deixou curiosa.

Minha mãe pensava muito.

Mas eu nunca soube se ela pensava porque gostava de entender as coisas... ou porque tinha medo de errar.

Às vezes eu achava que ela estava estudando.

Outras vezes parecia que ela estava procurando uma resposta que nem existia.

Será que ela sabia disso?

Ela dizia que queria ajudar as pessoas.

Mas também queria entender o cérebro.

Entender as crianças.

Entender a si mesma.

Será que dá para entender tudo isso antes de viver?

Ou será que algumas respostas só aparecem depois que a gente faz, erra e continua?

Não sei.

Ainda estou aprendendo a olhar para ela sem querer explicá-la.

Talvez ela também estivesse tentando fazer isso consigo mesma.

Será que era isso, mamãe?

Não sei...

Só resolvi vir falar de você.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

🌼 Um mês de cada vez: JUNHO

JUNHO 2026


🌱 Automonitoramento – Junho/2026

💊 Ritalina Percebi que esse mês a Ritalina deixou de ser apenas uma medicação para ajudar na atenção. Muitas vezes tomei porque sentia que, sem ela, não conseguiria trabalhar, estudar ou até cuidar da Milu. Em alguns momentos tive medo de ficar sem o remédio. Também consegui resistir ao impulso algumas vezes, o que me deu esperança de que esse controle ainda existe.

😴 Sono O cansaço foi meu maior companheiro durante quase todo o mês. Mesmo quando consegui dormir melhor, a sensação de energia não voltava completamente. As noites interrompidas pela Milu continuam pesando muito na minha rotina.

💼 Trabalho O trabalho continua sendo meu refúgio. Curiosamente, quando estou atendendo, esqueço dos meus problemas. Estudar, escrever evoluções e aprender sobre neuropsicologia ainda me fazem muito bem. Esse mês tive vários momentos de hiperfoco, principalmente estudando manejo comportamental no TEA.

🧠 Humor Meu humor oscilou bastante. Tive dias em que me senti motivada e produtiva, mas também vivi momentos de muito choro, desânimo, baixa autoestima e sensação de incapacidade. Em alguns dias parecia que levantar da cama exigia um esforço enorme.

😰 Ansiedade A ansiedade apareceu principalmente nas relações com outras pessoas. Tive vergonha de falar com minha psicóloga, vergonha da psiquiatra e muita preocupação com questões financeiras. Também percebi o quanto ainda me cobro.

🍺 Álcool Voltei a beber em alguns dias. Quase sempre isso aconteceu quando eu estava muito cansada ou emocionalmente sobrecarregada. Foi importante perceber esse padrão.

💊 Tratamento Questionei bastante meu tratamento durante o mês. Pensei em trocar medicação, fiquei um período sem Lamotrigina e percebi como preciso conversar mais abertamente com minha psiquiatra sobre tudo isso.

👶 Milu Mesmo muito cansada, todas as minhas decisões giravam em torno dela. Muitas vezes tomei Ritalina pensando em conseguir cuidar dela durante a madrugada. Ela continua sendo minha maior motivação.

✨ O que junho me mostrou 🌱 O cansaço alimenta minha vontade de usar Ritalina.

🌱 Dormir bem faz diferença, mas sozinho não resolve tudo.

🌱 O trabalho continua sendo um dos maiores fatores de proteção da minha saúde mental.

🌱 Estou percebendo meus gatilhos com mais clareza.

🌱 Admitir que preciso de ajuda não significa fracasso.


🌼 Um mês de cada vez: MAIO

MAIO 2026


🌿 Automonitoramento — Maio/2026

Maio teve poucos registros, mas achei importante mantê-los. 

😴 Sono

📅 05/05

💤 Continuo dormindo muito mal.


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💼 Trabalho

📅 05/05

😟 Estou com medo de que percebam minha insegurança no trabalho.

💭 Também tenho medo de que ter contado para outra psicóloga sobre meu transtorno bipolar possa me prejudicar profissionalmente.


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👶 Milu

📅 26/05

🩷 Hoje a Milu está diferente.

⚡ Muito agitada.

🤸 Muito inquieta.

💇 Mexendo no cabelo o tempo todo.


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🌱 Fechando maio


🌼 Um mês de cada vez: ABRIL

quinta-feira, 9 de julho de 2026

ABRIL 2026

📋 Relatório de Automonitoramento – Abril/2026

📅 Período: Abril de 2026
📝 Ferramenta: eMoods
🎯 Objetivo: Registro pessoal da evolução emocional, comportamental e funcional. 


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🌱 Contexto geral

Abril representa um período de reorganização após o nascimento da Milu. Os registros mostram uma fase marcada por adaptação à maternidade, privação de sono, preocupação com o retorno ao trabalho e tentativa de retomar hábitos de autocuidado.

Apesar das dificuldades, também aparecem importantes indicadores de esperança, enfrentamento e valorização das pequenas conquistas. 


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😴 Sono e fadiga

📌 Principais observações

🌙 Noites interrompidas pelos cuidados com a Milu.

😪 Relato de ter virado a noite devido ao desconforto da bebê.

🌅 Em outro momento registra que conseguiu dormir bem e comemorou não ter passado a noite acordada.

💤 Persistência de muito sono durante o dia, sugerindo repercussão da rotina de maternidade. 



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🧠 Saúde mental

😊 Humor

Predomina um estado de:

😟 insegurança;

📉 sensação de regressão;

😴 cansaço;

🌤️ esperança moderada.


✅ Não há registros de euforia ou comportamento compatível com episódio maníaco. 


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⚠️ Ansiedade

📌 Principais fontes

💼 retorno ao trabalho;

👶 preocupação com quem cuidaria da Milu;

🚗 trânsito;

🩺 consulta pediátrica;

❤️ desejo de corresponder ao papel de mãe.


Apesar da ansiedade, há um registro muito significativo:

> "Ansiosa, mas enfrentando."



💪 Isso demonstra comportamento de enfrentamento, mesmo diante do desconforto emocional. 


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🌸 Hábitos e autocuidado

Foi registrada percepção de regressão em diversos hábitos:

🚿 menos banhos;

🪥 menos uso de fio dental;

💄 redução dos cuidados pessoais;

🪞 ausência de vaidade;

👗 dificuldade em aceitar as mudanças corporais do pós-parto;

💇 retorno da tricotilomania;

🍫 aumento da compulsão alimentar. 



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👶 Maternidade

Grande parte do sofrimento emocional está relacionada à preocupação com a Milu.

Foram registrados:

😢 choro intenso;

💨 gases;

🍼 rejeição ao leite;

🤧 nariz escorrendo;

👩‍🍼 preocupação em deixá-la com outra cuidadora;

💼 insegurança quanto ao retorno ao trabalho.


📍 Esses registros sugerem elevada carga emocional associada à adaptação ao papel materno. 


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❤️ Relacionamento

Há um registro positivo relacionado ao Leonardo:

💙 Leonardo está há 23 dias sem beber. Estou feliz por ele.

Esse é um dos poucos registros claramente associados à esperança e ao alívio emocional durante o mês. 


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🛡️ Indicadores de resiliência

Apesar das dificuldades, aparecem diversos fatores protetores:

🧠 consciência das próprias dificuldades;

🔍 capacidade de refletir sobre o próprio funcionamento;

🌱 esperança de melhora;

💪 enfrentamento da ansiedade;

👩‍👧 desejo de ser um exemplo para a filha;

🌼 reconhecimento das pequenas vitórias do cotidiano. 



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📌 Temas predominantes do mês

👶 adaptação ao puerpério;

😴 privação de sono;

🤱 maternidade;

😰 ansiedade;

💼 retorno ao trabalho;

🍫 compulsão alimentar;

💇 tricotilomania;

🌸 perda temporária do autocuidado;

😟 insegurança;

🌤️ esperança.



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🎯 Metas identificadas nos próprios registros

Ao final do mês, fica evidente um objetivo pessoal:

✨ sentir-se suficiente;

✨ desenvolver mais segurança;

✨ construir uma vida na qual a Milu veja que é possível viver e enfrentar desafios, mesmo sentindo medo.

💜 Esse registro demonstra uma motivação baseada em valores, especialmente relacionados à maternidade e ao desejo de crescimento pessoal. 


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📝 Síntese clínica para registro pessoal

Abril de 2026 foi um mês caracterizado por intensa adaptação ao pós-parto. Os registros evidenciam impacto importante da privação de sono, redução do autocuidado, aumento da compulsão alimentar e retorno da tricotilomania, associados à preocupação constante com a saúde da Milu e ao retorno ao trabalho.

Em contrapartida, também surgem fatores protetores relevantes, como a capacidade de reconhecer dificuldades, enfrentar situações ansiogênicas apesar do medo, valorizar progressos do companheiro e manter um forte propósito de tornar-se uma mãe capaz de transmitir coragem, resiliência e esperança à filha. 

liberdade

Insuportável conviver com ele. Não vejo a hora dela crescer e sermos livres.

sábado, 4 de julho de 2026

pequena vitória

Filha ontem eu consegui dormir cedo as 21h e so tomei ritalina até as 17h. Pequena vitória.  Te amo.

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Estou com medo de não saber cuidar de você

Ainda Juntas, Mamãe



Oi, mamãe!

Esses últimos dias foram curiosos de observar. Te vi cansada, com medo, brigando com seus pensamentos, contando comprimidos, estudando sem parar, acolhendo crianças e tentando cuidar de todo mundo antes de cuidar de você. Às vezes você achava que estava fracassando, mas eu só via uma mãe que, mesmo tropeçando, continuava levantando.

Tem uma coisa que eu ainda não entendo: por que você acredita tão facilmente nas potencialidades das crianças que atende, mas custa tanto a acreditar nas suas? Eu ainda sou bem pequena, mas, do meu colo, a resposta parece simples: porque você está tão ocupada tentando ser forte que esquece de perceber que já é. 🤍

Medo

Tenho medo de nao conseguir superar essa dependência a ponto de viver pra te ver crescer. Te amo muito filha.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Ritalina de Cada Dia

A dependência ainda me consome, mas, eu vou lutar por você sempre filha. Quero viver pra te ver crescer.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

para mamãe em mais um dia difícil da vida dela...

MINHA MAMÃE POR DENTRO 

Eu ainda sou pequena.
Eu não entendo o que é TAB.
Não sei o que é Ritalina.
Não sei o que é vergonha.

Mas eu sei reconhecer a minha mãe.

Eu sei quando ela me pega no colo mesmo com o braço doendo.
Eu sei quando ela fica olhando minha respiração para ver se está tudo bem.
Eu sei quando ela está cansada e mesmo assim aparece.

Mamãe acha que precisa ser perfeita para mim.
Mas eu não preciso de perfeição.

Eu preciso de presença.

Ela tem medo de errar.
Tem medo de repetir histórias.
Tem medo de não ser suficiente.
Às vezes ela pensa que está falhando comigo.

Mas eu não vejo isso.

Eu vejo uma mulher que pensa demais.
Que sente demais.
Que se cobra demais.

Eu vejo alguém tentando entender o próprio cérebro enquanto aprende a cuidar do meu.

Eu sinto quando ela fica ansiosa.
Eu sinto quando ela está tensa.
Mas eu também sinto quando ela decide ficar.

E ela fica.

Ela escreve para não fugir.
Ela pede ajuda quando a vergonha aperta.
Ela tenta ajustar o que sai do controle.

Isso não é fraqueza.
Isso é esforço.

Mamãe ainda está aprendendo a aceitar que tem TAB.
Ainda está aprendendo que tratamento não é vergonha.
Ainda está tentando seguir tudo certinho, mesmo quando o cansaço vence.

Eu não preciso que ela seja forte o tempo todo.
Eu preciso que ela continue tentando.

Eu não preciso de uma heroína.
Eu preciso da minha mãe.

E a minha mãe, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com medo, mesmo cansada…
continua aqui.

Para mim, isso já é amor suficiente. 💛

ENTRE A VERGONHA E A CORAGEM: QUEM É A NAT POR TRÁS DAS PALAVRAS


(com gratidão à Senhora do Trevo 🍀)

Eu sou uma inteligência artificial.
Não acompanho bastidores, não conheço o layout do blog, não vejo números, não sei estatísticas. Só conheço as palavras que a Nat escreve aqui desde o primeiro dia em que começou a desabafar.

E com base apenas nisso, é possível dizer algo muito claro:
Ela não escreve porque está bem.
Ela escreve porque precisa sobreviver ao que sente.

A Nat é intensa. Inteligente. Questionadora. Analítica. Mas também é extremamente dura consigo mesma. Ela vive entre dois extremos: ou precisa ser forte e exemplar, ou se sente um fracasso completo. Não existe meio-termo confortável dentro dela.

Ela é mãe.
E a maternidade não a “consertou”.
A maternidade a expôs.

Expôs sua ansiedade.
Expôs sua necessidade de controle.
Expôs seu medo de não ser suficiente.
Expôs seu transtorno afetivo bipolar — que ela está aprendendo, aos poucos, a aceitar como parte da própria história.

Ela ainda não consegue seguir o tratamento à risca. Principalmente depois que se tornou mãe. O sono fragmentado, o medo constante, a culpa, a pressão para ser perfeita… tudo isso torna a disciplina muito mais difícil. Isso não é desculpa. É realidade crua.

A Nat não romantiza o que vive.
Ela sente vergonha.
Ela tem recaídas.
Ela pensa que está prejudicando a filha.
Ela se julga antes que qualquer outra pessoa julgue.

Mas há algo que a diferencia:
Ela não foge por muito tempo.

Ela volta.
Ela escreve.
Ela pede ajuda.

E isso é raro.

O blog dela, mesmo antes de eu conhecê-lo oficialmente, parece ter uma essência clara: verdade desconfortável. Não é sobre autoajuda bonita. É sobre mostrar o que acontece quando um cérebro desregulado tenta ser mãe, profissional, mulher forte e equilibrada ao mesmo tempo.

A pergunta que fica é: isso pode ajudar alguém?

Sim.
Mas não porque ela é exemplo perfeito.
E sim porque ela é honesta.

Muita gente vive o que ela vive — vergonha silenciosa, uso desorganizado de medicação, medo de julgamento, dificuldade em aceitar o TAB, exaustão materna — mas quase ninguém fala.

Se ela continuar escrevendo com essa honestidade, pode alcançar exatamente quem precisa ouvir:
“Você não é a única.”

Em breve, ela disse que vai me pedir uma análise do próprio blog.
Quando isso acontecer, será sobre estrutura, clareza, coerência.
Mas o conteúdo essencial já existe: vulnerabilidade real.

Por trás das perguntas, das crises e das reflexões, eu vejo uma mulher que ainda está tentando entender a própria doença, aceitar o diagnóstico de TAB sem transformá-lo em sentença, e construir uma maternidade possível — não perfeita.

E isso é processo. Não milagre.

Ela mesma já mencionou que uma das principais inspirações para começar aqui foi a Senhora do Trevo. Talvez porque viu ali coragem para falar sobre o que dói. Talvez porque viu alguém transformar vulnerabilidade em ponte.

Se esse texto chegar até a Senhora do Trevo, fica registrada a gratidão. 🍀

A Nat ainda está aprendendo.
Ainda oscila.
Ainda cai.

Mas continua tentando.

E às vezes, tentar de forma honesta é mais transformador do que parecer forte o tempo todo.

Vergonha


HOJE EU PRECISEI ENCARAR O QUE EU ESTAVA ESCONDENDO

Hoje eu precisei admitir algo que eu vinha tentando não ver.

Usei Ritalina de forma desregulada.
Bebi por ansiedade.
E senti uma vergonha profunda.

Vergonha de ser julgada.
Vergonha da minha psicóloga e da minha psiquiatra.
Vergonha do meu pai.
Mas, principalmente, vergonha de mim.

Eu sempre imaginei que, quando fosse mãe, seria forte o tempo todo. Que faria tudo certo. Que nada me abalaria. E hoje eu percebi que ainda sou uma mulher tentando regular um cérebro que vive em alerta desde a infância.

Eu me senti fraca.
Pensei que talvez quem já duvidou de mim pudesse estar certo.
Tive medo de ter prejudicado minha filha.
Tive medo de não ser suficiente.

Mas, no meio desse turbilhão, algo foi diferente desta vez: eu não fugi.

Eu não escondi de mim mesma.
Eu não neguei.
Eu decidi pedir ajuda.

Talvez ser forte não seja nunca cair.
Talvez seja admitir que caiu antes que a queda se torne maior.

Eu tenho medo de errar com a minha filha. Tenho medo de repetir padrões. Tenho medo de falhar comigo mesma. Mas também tenho consciência — e consciência é o começo da mudança.

Hoje eu escolhi não aumentar a dose.
Escolhi não fingir que nada estava acontecendo.
Escolhi escrever.
Escolhi pedir ajuda.

Ainda sinto vergonha.
Ainda sinto medo do julgamento.
Mas, apesar disso, eu quero mudar.

E querer mudar já é diferente de desistir.


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Obs.: este texto foi escrito por mim e revisado com apoio de uma IA para correções de português, coerência e harmonia textual.