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terça-feira, 29 de outubro de 2024

3 de outubro de 2024

Faço um textinho para o meu blog para eu colocar sobre um vídeo que os algoritmos me enviaram de uma entrevista com uma médica chamada Natália Monta, na qual me encantei com a história dela. Aliás, na qual eu super me identifiquei com a fala delas, com os interesses dela. Eu estava sentindo muita falta de ter uma referência feminina, porque as minhas referências do mundo da ciência são o Wesley Delaganore, o Rafael Grata, a Ana Cláudia Quitana, e me identifico apenas com o TDAH da Ana Beatriz Barbosa e nada mais além disso, mas admiro muito o trabalho dela. E essa, no caso, ela é mulher, nordestina. Ela é minha xará e ela tem um nome parecido com o meu, na verdade. E eu estou muito feliz de ter encontrado o conteúdo dela. Eu estou apaixonada, quero conhecer mais o trabalho dela. Inclusive, eu vou viajar para Natal esse mês e parece que foi uma luz que putou no meu caminho. Estou muito, muito, muito feliz. E é porque eu nem terminei o vídeo ainda. Inclusive, ela falou uma coisa que eu falei para o meu amigo, que o meu amigo foi para o Nero atrás de diagnóstico, sendo que... Enfim, ela falou que quando o negócio ficou mais interessante, o Nero manda para o psiquiatra e que ela não se identificava com a medicina e quase que eu caio na medicina. Quase que eu caio na medicina. Eu fico imaginando se realmente eu teria conseguido superar e ser a pessoa que eu sou hoje se eu tivesse passado para a medicina ou se eu ia ficar em tanta depressão eternamente dentro do curso. Porque, como vocês sabem, eu fui uma aluna bolsista, 100% tinha as apostilas, tinha a matrícula das duas escolas mais caras do centro. A matrícula das duas escolas mais caras do Ceará e que mais passavam. As duas escolas que mais passam alunos no ITA, no IME e nos articulares de medicina. Do Brasil todo, do Nordeste do Brasil. E eu era bolsista, mas a depressão, os transformos psicológicos tomaram conta de mim. Aí eu conheci o trabalho dela.

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